ATIVANDO O CÉREBRO!

ATIVANDO O CÉREBRO!

                Há cerca de 18 anos começamos com os nossos primeiros cursos de que ensinavam técnicas para melhorar a capacidade de aprendizado. Estamos em 2018 e muita coisa mudou desde então! Hoje conseguimos reunir 100 técnicas, divididas em quatro categorias, que podem ajudar não apenas aquele que procuram passar em uma prova ou concurso, mas, também, pessoas que se percebem perdendo capacidade intelectiva.                               Disto nasceu o livro: Ativando o Cérebro Para Provas e Concursos pela Editora WAK e, o Curso On Line, que pode ser acessado no link http://marciobringhenti.mb.blog.br/medodeprovaseconcuros continuamos com os treinamentos fechados para grupos de profissionais que desejam ampliar a capacidade de raciocínio e agências de publicidade que desejam mais criatividade entre seus colaboradores.                               Não há uma só pessoa que não possa se beneficiar dessas dinâmicas. Hoje selecionei apenas seis para que você possa praticar e aproveitar melhor seus estudos. Essas são apenas algumas dicas comportamentais. O livro e os Treinamentos presenciais e online, apresentam: Dicas Comportamentais, Auto-Hipnose, Dicas de Neuróbica e Memorização.

                Espero que possa aproveitar esta seleção em sua vida e que seja útil para você assim com é para centenas de pessoas que já incorporaram novas formas de ativar o cérebro!
01 – Caminhar ou correr antes de estudar – Alguns pesquisadores na Itália descobriram que  a prática de atividades físicas melhora o fluxo sanguíneo do cérebro. Segundo os estudos, pessoas com mais de 65 anos e que caminham 9 quilômetros por semana possuem menor chance de desenvolver demências. Estudantes que possuem uma rotina de exercícios também desenvolvem o cérebro com mais facilidade, pois, já está comprovado que, a partir dos 25 anos de idade, o hipocampo começa a perder volume, certa de 1% ao ano, resultando assim no envelhecimento cerebral. No entanto, quando o indivíduo se exercita, ele consegue reverter a decadência física do seu cérebro, contando com mais agilidade para pensar e com isso melhora a performance das suas habilidades cognitivas. Isto não significa dizer que você deve ser um maratonista, mas fazer exercícios aeróbicos, pela manhã, irá ajudar a melhorar suas capacidades cognitivas.

02 – Alimentação – Não coma demais, não exagere na bebida alcoólica e não passe fome também. Vamos ao mais correto: se alimente do mesmo jeito que todo médico recomenda, de três em três horas, tenha sempre uma fruta cortada próximo ao lugar onde estuda e, a cada dez minutos, tome um gole de água. Uma recente pesquisa, realizada pelas universidades londrinas de East London e Westminster com quase 500 estudantes, descobriu que, 5%  obteve um melhor resultado se ingeriam água durante os testes em comparação com os que não ingeriram líquido. Chris Pawson, da Universidade de East London, um dos autores do estudo, disse que consumir água deve ter algum tipo de benefício psicológico sobre o raciocínio, além, claro, de aliviar a ansiedade. Por isso beba água quando estiver estudando e durante as provas. Para finalizar sobre alimentação leia estes artigos sobre o Omega 3, uma pesquisa na Inglaterra diz que o consumo do Omega 3 acelerou o desenvolvimento do cérebro de crianças ! Leia as matérias destes links e tire suas próprias conclusões:  http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%94mega_3http://www.brasilescola.com/curiosidades/omega-3.htmhttp://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1467685-EI8147,00.html
03 – Ler de um modo diferente – A fala atrapalha o pensamento do homem. Ela limita, freia, de uma forma brutal a velocidade do raciocínio.  Um dia, nos idos anos 60, na piscina de treinamento no Laboratório de Flutuabilidade Neutra do Centro Espacial Lyndon B. Johnson (Houston, Texas, EUA), um astronauta estava testando um novo tipo de microfone. Os engenheiros chegaram a uma conclusão sobre os microfones, que ficavam um em cada lado da face, mais ou menos sobre a boca. Esses equipamentos poderiam ter melhor rendimento se fossem colados ao pescoço. Facilitaria, inclusive, a visão. No espaço exterior à Terra, qualquer milímetro pode ser muito importante, e ampliar o campo de visão era o objetivo maior desse experimento. Ocorre que, em dado momento, o operador de áudio pede ao astronauta para repetir o que disse, pois ele não ouviu bem. O astronauta retruca que não havia dito nada. Mas, de novo, o aparelho sinalizou como se algum som fosse emitido, mesmo com o astronauta em silêncio absoluto. O que estava ocorrendo? Os microfones, ultrassensíveis, estavam captando a subvocalização das palavras. Surpreso? Quando pensamos, fazemos isso com palavras em nosso self talk. Nossa estrutura de pensamento utiliza o código verbal para criar estratégias ou reorganizar pensamentos, o diálogo interno, esta voz que está agora na sua cabeça, só que para fazer isso, o sistema mecânico da fala é acionado, e tudo se movimenta na garganta. Existe atividade dentro da laringe e, até mesmo, a corda vocal vibra, com menor energia, é claro, mas o movimento ocorre no aparelho fonador como um todo. Lembra o engasgo quando pensava e comia ao mesmo tempo? O microfone captava o ruído, quase imperceptível, que o movimento das palavras pensadas produzia: o som da nossa imaginação. Onde está o problema? Acontece que nós só conseguimos dizer no máximo 250 palavras por minuto, então, nossa velocidade de pensamento fica travada na velocidade da fala. Isso trava também a velocidade da leitura. Mais uma vez, podemos inferir que isso não é natural. Quando sonhamos, o cérebro alcança uma velocidade incrível. Nos sonhos, prevalecem as imagens. Caso pudéssemos pensar só com imagens, seríamos bem mais rápidos nas soluções. Felizes são os orientais que têm muitos ideogramas nos seus idiomas, símbolos que contêm múltiplas informações. Para acelerar esse mecanismo, existe um truque: livrar o sistema do pensamento de estar atrelado ao da fala pelo menos ao ler um livro. A partir de agora, continue lendo e, com sua boca, faça qualquer som monossilábico. Dentro de poucos instantes, você estará lendo muito mais rápido sem perder nada na compreensão do conteúdo. No começo pode ser difícil, mas depois que você se acostumar verá que pode ler um livro em muito menos tempo e poderá escolher as partes que realmente precisa dar mais atenção. Este método de leitura é excelente para pesquisas e quando é necessário reler o material já estudado.
04 – Faça uma música do material estudado – Sabe aquela fórmula ou aquele conceito que não entra de jeito nenhum na sua cabeça? Ou melhor, uma lista de definições que precisa ser decorada? Para isto existe um método mnemônico excelente: criar uma música! Como você faz isso? Muito fácil, pegue uma música que você conhece bem e refaça a letra com o material que você quer memorizar. Como você já sabe a melodia a nova letra será muito fácil de ser lembrada, mas claro, cante um pouco antes para não dar “branco” na hora da prova.
05 – Respiração do nervo vago: Caso em algum momento você tenha ansiedade, fique nervoso ou tenha dificuldades para dormir, use este método que vai lhe trazer enormes benefícios.- Inspire pelo nariz e encha bem os pulmões de uma vez só, rápido e potente.- Agora, nas expirações, demore mais, faça bem devagar. Você vai expirar por mais tempo que nas inspirações e isto estimula o vago, que é o principal nervo para a tranquilização do corpo.- Faça isso três vezes pelo menos. Inspire rápido e encha os pulmões, agora deixe o ar sair bem devagar.Este nervo, o vago, começa na base do cérebro, no bulbo, estende-se pelo pescoço e envia ramificações para os pulmões, coração e trato intestinal. Na expiração intensificada, o vago atua ajudando a baixar a pressão sanguínea, a diminuir o ritmo do pulso e do coração, das contrações musculares do trato intestinal, e a cadência respiratória. Quando essas funções estão acalmadas, a atenção fica mais disponível.

06 – Chocolate – Pesquisas recentes demonstram que o consumo de chocolate libera a dopamina, uma substância química que, na verdade, é um potente neurotransmissor com a função de estimular o sistema nervoso central. É uma substância muito importante para o cérebro, pois também proporciona sensações de prazer e motivação. O chocolate amargo seria o melhor neste sentido, então podemos usar de duas maneiras. Quando você estiver desanimado ou aborrecido com algo, coma um pedaço pequeno deste chocolate e comece a estudar. A produção de dopamina e o ato de ler ficarão associados, será criada uma ancora e o cérebro pode entender (neste aspecto ele é bem burro e facilmente enganado) que é a leitura que proporciona prazer! Entendeu? A outra dica é comer outro pedacinho, bem pequeno, antes de dormir. A dopamina também ajuda a ter sonhos mais vivos e ricos em símbolos. Na verdade, é a memória que melhora, pois os sonhos sempre estão lá, nós é que nos esquecemos deles por vários motivos que não cabem aqui explicar.
Agora, dê uma no curso completo:http://marciobringhenti.mb.blog.br/medodeprovaseconcuros

Por Prof. João Oliveira

Linguagem Não verbal

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